Município de Aljustrel - Terra Viva

Iniciativas

GAMALinha Verde

Aljustrel

Vila Mineira

  • Moinho
  • senhora castelo
  • Aljustrel
  • Srª Castelo

Av. 1º de Maio, 7600 – 010 Aljustrel

Tel. 284 602 404

Fax. 284 601 611

e-mail - geral@jf-aljustrel.pt

Site - www.jf-aljustrel.pt 

Uma das mais antigas povoações de Portugal. Duas colinas, um vale, casario em sucalcos, paisagem a perder de vista e um passado milenar. É Aljustrel, do alto da Senhora do Castelo. Estamos no coração do Baixo Alentejo e o forasteiro que aqui se desloca, olha à sua volta e deslumbra-se com a vasteza dos campos, o oceano das paisagens, a planície a perder de vista. Aljustrel, antiga cidade romana Vipasca, denominada Al-lustre pelos árabes, aos quais foi conquistada, em 1234, no reinado de D. Sancho II, por D. Paio Peres Correia e os Cavaleiros da Ordem de Santiago de Espada. Como recompensa, o monarca fez-lhes doação desta praça e uma vastíssima área, a qual viria a ser confirmada por D. Afonso III, que deu a Aljustrel, em 16 de Janeiro de 1252, o Primeiro Foral. Posteriormente, D. Manuel I, concedeu Foral Novo a esta vila, em 20 de Setembro de 1510. Nos últimos dois séculos, a rudeza da actividade de extracção mineira envolveu completamente toda esta região, moldando-lhe os hábitos e as tradições, ditando-lhe a maior ou menor grandeza do ganha pão, o bulício do dia-a-dia. Conhecida desde tempos imemoriais pelas suas jazidas minerais, não há certezas quanto à época em que estas terão começado a ser sistematicamente exploradas. Contudo, as diversas ocupações aqui existentes, desde a idade do Cobre, apontam para que a exploração tenha começado, de forma incipiente, 3.000 anos antes de Cristo. É com a ocupação romana entre os sécs. I e IV d.C. que se inicia a exploração em larga escala do minério, que era fundido no local e posteriormente transportado para Roma. Desta ocupação existem numerosos vestígios, nomeadamente no «Chapéu de Ferro» e escoriais da mina de Algares, onde foram encontradas 2 placas em bronze, que contêm as normas que regiam aquele Couto Mineiro, então designado por Vicus Vipascensis. Após a ocupação romana, estas minas deixaram de ser exploradas intensivamente, tendo sido retomada, a actividade mineira em larga escala, em 1849. Até aos nossos dias passou por sucessivos altos e baixos, representando as décadas de 60/80 o último grande pico da actividade mineira do concelho. Actualmente em funcionamento, a mina constitui um importante património económico e cultural. Ligado a este sector saliente-se, ainda, a existência de uma fábrica de explosivos civis, implantada na área da mina.

 

ÁREA TERRITORIAL

A freguesia ocupa uma área de 190,5 km2 que representa 42% do território do concelho (458,4 km2).

 

POPULAÇÃO

A freguesia de Aljustrel tem 5132 habitantes, o que corresponde a 55,57%

 

ACTIVIDADES ECONÓMICAS

Exploração mineira, comércio, serviços, agricultura, pecuária, silvicultura, indústria gráfica, serralharia, carpintaria, construção, explosivos civis.

  

PATRIMÓNIO EDIFICADO

Ermida de Nossa Senhora do Castelo (séc. XV) e ruínas do castelo (islâmico) - Classificado Imóvel de Interesse Público. Igreja de S. Salvador (Matriz). Igreja da Misericórdia (Renascença). Moinho do Malpique, Chaminés, Malacates.

 

PONTOS DE INTERESSE

Museu de Arqueologia, Complexo das minas e turismo cinegético.